quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Tabaqueira ou Fona-de-porco (Solanum mauritianum).

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Tabaqueira ou Fona-de-porco (Solanum mauritianum  Scop.)
Arbusto ou pequena árvore, densamente pubescente, que pode ultrapassar 5m de altura, com caules erectos e ramificados; folhas pecioladas, inteiras, ovado-elípticas; flores violetas, agrupadas em inflorescências terminais, corimbiformes. O fruto é uma baga aproximadamente esférica, coberta por pêlos densos, de cor amarela, na maturação.
Tipo biológico: Fanerófito.
Família: Solanaceae
Planta originária da América Central, introduzida e naturalizada em vários países tropicais e também no arquipélago dos Açores, onde terá sido introduzida para fins ornamentais e onde se comporta, actualmente, como espécie invasora. Ocorre também como subespontânea no território português do Continente (Beira Litoral e  Douro Litoral) e no arquipélago da Madeira.
Ecologia/habitat: baldios, margens de cursos de água, bermas de estradas e caminhos, com frequência, em locais de alguma forma perturbados, a altitudes até 100m.
Floração: de Maio a Junho.
[Locais e datas: Ilha de S. Miguel (Açores); 4 - Maio - 2016 (fotos 3, 4 e 6); Ilha das Flores (Açores) 6 - Maio - 2016( fotos restantes)] 
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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Flores na praia: Cordeiros-da-praia (Otanthus maritimus)





 Cordeiros-da-praia [Otanthus maritimus (L.) Hoffmanns. & Link]
Família: Asteraceae;
Mais informação: aqui.
[Local e data: Praia da Fonte da Telha - Costa da Caparica (Almada); 3 - Agosto - 2016]
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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Lomelosia stellata


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 Lomelosia stellata (L.) Raf. *
Erva anual com 5 a 40 cm; caules erectos, geralmente simples, por vezes ramificados na base.
Apresenta evidentes semelhanças com congénere Lomelosia simplex. Têm, no entanto, características facilmente observáveis que permitem distingui-las com toda a segurança. Nota-se, desde logo, que a L. stellata possui, em geral, dimensões bem mais modestas que a congénere, pois esta pode alçar-se até aos 70cm. Todavia, decisivas na identificação são as características apontadas pelo portal da SPBotânica (Flora.on): as brácteas do capítulo são inteiras na L. simplex, enquanto que na L. stellata, algumas, pelo menos, apresentam-se profundamente divididas; na L. stellata as aristas ultrapassam largamente a coroa, ao passo que, na congénere, as aristas são bastante mais curtas, pois, ou nem sequer vão além da coroa ou ultrapassam-na apenas ligeiramente.
Tipo biológico: terófito:
FamíliaDipsacaceae;
Distribuição: Sudoeste da Europa; Norte de África.
Em Portugal ocorre apenas no território do Continente, estando a sua presença limitada ao Algarve, Alto e Baixo Alentejo (presença confirmada por registos existentes no Portal Flora.on). A Flora Iberica dá-a outrossim como existente na Beira Baixa e em Trás-os-Montes e, dubitativamente, também na Beira Alta. Em qualquer caso, a espécie é, aparentemente, bastante rara, pois o Flora.on, não regista, por esta altura, mais que 7 avistamentos.
Ecologia/habitat: Terrenos baldios; clareiras de matos e  bosques, em solos calcários, argilosos ou gessosos, a altitudes até 1600m.
Floração: de Abril a Junho.
* Sinonímia: Scabiosa stellata L. (Basónimo)
[Local e datas: concelho de São Brás de Alportel (Algarve); 21 - Maio - 2016 (fotos 1 a 6); 21 - Maio - 2015 (Fotos 7 e 8)]
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domingo, 14 de agosto de 2016

sábado, 13 de agosto de 2016

Titímalo-do-Algarve (Euphorbia clementei subsp. clementei)

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Titímalo-do-Algarve [Euphorbia clementei subsp. clementei (Boiss.)]
Planta perene, rizomatosa, glabra, com caules lenhosos na base, erectos ou ascendentes, que podem atingir até 80 cm.
Tipo biológico: fanerófito; caméfito;
FamíliaEuphorbiaceae;
Distribuição: Península Ibérica e Norte de África (Marrocos, Argélia e Tunísia).
Em território português ocorre apenas na região do Algarve.
Ecologia/habitat: clareiras de matos, frequentemente em terrenos pedregosos de natureza calcária, a altitudes até aos 1000m.
Floração: de Abril a Julho.
[Local e data: Querença (Algarve); 11 - Março - 2016 (Fotos 6,7 e 8); 21 - Maio - 2016 (fotos restantes)]

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Alho-bravo (Allium sphaerocephalon)

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Alho-bravo (Allium sphaerocephalon L.)
Erva perene, bulbosa, com 1 bolbo globoso ou ovóide, acompanhado por 1 a 5 bulbilhos, caule com 20 a 70 cm, maçico, com secção circular; folhas (2 a 4) sésseis, lineares, dispostas na metade inferior do caule; flores (28 a 250) agrupadas em inflorescência aproximadamente esférica ou semiesférica, densa, protegida por espata com 2 segmentos quase iguais.
Esta espécie apresenta claras semelhanças com a congénere Allium pruinatum. Para distinguir as duas espécies o portal da SPBotânica (Flora.on) recomenda que se atente na posição dos estames: "incluídos no perianto" (A. pruinatum); "claramente salientes do perianto" (A. sphaerocephalon).
Tipo biológico: geófito;
FamíliaAmaryllidaceae
Distribuição: Centro e Sul da Europa e Noroeste de África (Marrocos)
Em Portugal encontra-se em todas as regiões do Continente.
Ecologia/habitat: prados, clareiras de matos e  bosques, dunas e, em geral, em  locais secos, rochosos e/ou pedregosos, a altitudes até 2500 m.
Floração: de Maio a Agosto.
[Locais e datas: Perais (Vila Velha de Ródão); 12 - Junho - 2016 (fotos 1 e 2); Folques (Arganil); 8 - Junho - 2016 (foto 3); Casmilo (Condeixa); 1 - Julho - 2016 (foto 4); Serra de Montejunto; 30 -Junho - 2016 (fotos 5 e 6)]

sábado, 6 de agosto de 2016